Mostrando postagens com marcador Operação Lava Jato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Operação Lava Jato. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

OS OTÁRIOS ÚTEIS, OS INÚTEIS E OS ASSUMIDOS

Quando você defende um parlamentar mesmo que apenas SUSPEITO de corrupção evitando que ele seja ao menos investigado, seja por qual motivo for, você está contribuindo para a morte de milhões de brasileiros inocentes nas portas dos hospitais e nas ruas por falta de segurança. Está aumentando o número de desempregados por falta de investimentos e incentivando a deseducação de crianças e jovens.

Não importa a causa, o partido ou a ideologia que você defenda, mesmo que a sua intenção seja a melhor possível. Incluo os que defendem por interesse pessoal, corporativo patronal ou trabalhista e talvez esses últimos sejam os piores por optarem conscientemente pela ocorrência dessas injustiças.

Na opinião de algumas pessoas, mesmo com gravações, delações os indiciados não precisam ser afastados e podem continuar exercendo suas funções constitucionais, criando, aprovando e rejeitando leis; podem ficar soltos para destruir provas e ameaçar testemunhas.

A pergunta que se faz: quais as chances que esses que morrem nas filas do SUS e nas ruas têm? Eles têm o benefício do "trânsito em julgado" ou são condenados sem direito à defesa?

PRA VOCÊ QUE CAI NESSA ESPARRELA DE FALTA DE PROVAS

A constituição de 88 previu uma série de mecanismos para evitar a prisão política, considerando o período da ditadura militar. Será que dá pra perceber que estão utilizando esses mecanismos para livrar políticos de crimes comuns alegando que só o Congresso pode autorizar que sejam investigados ou afastados de seus cargos? Pior do que judicializar a política é politizar a justiça, criando uma classe inatingível de criminosos, ladrões do dinheiro público.

Considerando que esses políticos são pagos por nós e responsáveis pelo retorno para a sociedade dos altos impostos que pagamos com o suor do nosso trabalho, uma simples suspeição por DELAÇÃO FORMAL já mereceria investigação imediata considerando que delação sem provas elimina os benefícios e agrava a pena do delator, coisa bem diferente de uma delação ou denúncia anônima.

POLÍTICOS MAIS BEM PAGOS DO MUNDO!

Deputados e senadores brasileiros são os segundos mais caros do mundo entre 110 países conforme estudo realizado pela ONU em parceria com a UIP (União Interparlamentar).

Classe de privilegiados que normalmente trabalha de terça à quinta, deputados custam 86 milhões e senadores mais 13 milhões por mês para o contribuinte brasileiro.


  • - Salário de R$ 34 mil;
  • - Auxílio-moradia de R$ 4 mil;
  • - 92 mil para contratar até 25 funcionários;
  • - R$ 30 a 45 mil por mês para gastar com alimentação;
  • - Aluguel de veículo e escritório, divulgação do mandato, entre outras despesas;
  • - Dois salários no primeiro e no último mês da legislatura como ajuda de custo;
  • - Ressarcimento de gastos com médicos.


Esses são os principais benefícios de um deputado federal (e também dos senadores), que somam R$ 168,6 mil por mês. Juntos, os 513 custam, em média, R$ 86 milhões ao contribuinte todo mês ou R$ 1 bilhão por ano. A Mesa Diretora decidiu diminuir os gastos com assinatura de veículos de imprensa, mas, por outro lado, aumentou em R$ 2,3 milhões o valor anual da verba destinada à cota parlamentar. No ano passado, R$ 1,96 milhão foi consumido com a compra de jornais e revistas. Como foi uma deliberação interna, a medida não precisa passar pela análise dos 513 deputados.

(Fontes: www.politize.com.br/quanto-ganha-senador/ e http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/lista-todos-os-salarios-e-beneficios-de-um-deputado/)

Num país democrático em que as instituições - mesmo imperfeitas - ainda funcionam, não há justificativa para que um cidadão honesto proteja suspeitos, indiciados e muito menos políticos comprovadamente corruptos.

Ou partimos para TOLERÂNCIA ZERO ou desestimularemos membros do Ministério Público e juízes como Moro que ainda nos dão esperança de um país melhor ou jamais acabaremos com a corrupção no país.

.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

ACORDÃO SERÁ ESTOPIM PARA UMA GUERRA CIVIL

O brasileiro é tranquilo e jamais se envolveria numa guerra civil. Isso é o que a maioria afirma baseada na história do nosso povo. Os corruptos estão apostando nessa tese histórica para tentar melar a Lava Jato. Só lhes resta a alternativa de apostar no provável esquecimento da população e esta é uma prova de que estão em completo desespero, seja pelo que já aconteceu até agora ou do que ainda está por vir.

Enganam-se.

Vamos voltar ao passado recente de 1964, mas sem entrar no mérito. Os militares encontravam-se mobilizados, esperando apenas um bom motivo para deflagar o processo de tomada do poder. Os historiadores são quase unânimes em afirmar que a famosa passeata "Marcha da Família com Deus pela Liberdade" foi orquestrada e não representava numérica, proporcional e qualitativamente os desejos da população brasileira. Como não havia pesquisas de opinião naquela época, vamos supor que essa maioria de historiadores tenha razão.

Cinquenta e dois anos se passaram e o quadro é completamente diferente. Hoje a situação é muito mais grave em todos os aspectos, a começar pela enxurrada de provas, não só da tentativa de "bolivarianizar" o país como dos flagrantes de corrupção envolvendo os três poderes da república, as estatais mais importantes e as maiores empreiteiras do país. Em 64 não havia o acesso à informação que hoje existe, a desigualdade social era bem maior e a submissão ao poder também. Éramos 85 milhões e hoje somos 210 milhões de brasileiros menos desiguais e mais bem informados.

Os militares alegam estar quietos porque não querem atropelar o processo democrático, mas não é bem assim. O PT desmontou e desmobilizou as Forças Armadas, afastando os bons estrategistas do comando e premiando os que talvez jamais chegariam onde chegaram, despertando neles sentimentos de eterna gratidão e fidelidade. Sem contar os decretos que Dilma assinou - alguns revogados agora por Temer - dando poderes ao Ministério da Defesa para interferir diretamente em algumas decisões dos altos comandos, praticamente ignorando a hierarquia há muito estabelecida.

Sobre o STF, deixo para Adilson Dallari, um dos maiores especialistas em direito administrativo do país falar: "A verdade é que o nosso Poder Judiciário tem contribuído para essa desmoralização. Que coisa louca! Eu, sinceramente, nunca vi isso na minha vida. E tenho 50 anos de atividade. O Judiciário brasileiro não tem se dado ao respeito". E enfatizou: "repito: o Judiciário não tem se dado ao respeito, e uma hora é preciso começar a reverter isso. Não dá para aceitar tudo. Vamos ainda mais para o buraco? Passou completamente da conta." (O Antagonista)

Mais de 80% da população está muito bem informada e apartidariamente contra essa vergonha que acontece no país. Se os três poderes estão esperando que coloquemos nossas cabeças no tronco e ofereçamos os nossos pescoços para o golpe do machado (há duplo sentido), podem esperar sentados. Se a Lava Jato parar por ações provenientes de leis aprovadas no fórceps, decretos presidenciais, interferências do Ministério da Justiça na estrutura da PF, engavetamentos do Procurador Geral ou julgamentos tendenciosos do STF, teremos a primeira guerra civil da nossa história. Se os bons deixarem os podres liderar esse golpe, não haverá mais Congresso ou STF. Nem seus polpudos salários e mordomias.

Experimentem e verão.


ESTADÃO (Fausto Macedo) "Levantamento realizado pela Ipsos e divulgado nesta quarta-feira, 6 [julho de 2016], revela que 85% dos brasileiros apoiam a continuidade das investigações da maior operação de combate à corrupção no País, a Lava Jato, independente do impacto dela na situação econômica do País. O índice é seis pontos percentuais maior que o constatado pela Ipsos em janeiro, quando 79% responderam positivamente à afirmação. A margem de erro é de três pontos percentuais."

Matéria completa da pesquisa: Estadão




quarta-feira, 29 de junho de 2016

O STF, o judiciário e os deuses do Olimpo.




Revendo meu post do dia 24 de junho - "Ainda não caiu a ficha do STF. Vamos dar uma porradinha?":
"Temos outro algoz implacável que se chama Supremo Tribunal Federal que, a princípio, deveria ser o último recurso contra as injustiças que sofremos. Mas não... hoje o STF é um braço forte do poder estabelecido e devemos essa constatação ao Mensalão. Sim, o mensalão despiu, pôs a nú a corte máxima do país e seus ministros. Graças a esse processo, pudemos saber quem é quem, quem foi de quem e quem se tornou de quem. Passamos a acompanhar os julgamentos e hoje, por mais que os ministros se esforcem para justificar suas injustiças enrolando a língua no mais casto jurisdiquês, sabemos quem é cada um deles e que apito tocam. Como escreveu o pensador Nicolae Iorga, 'A justiça pode caminhar sozinha; a injustiça precisa sempre de muletas, de argumentos.'"

"Os ministros do STF ainda não entenderam - ou se fazem de desentendidos - que a consciência da maioria mudou, que justiça é algo que se sente e esse sentimento não se desfaz com argumentações ininteligíveis ou palavras difíceis. O inconformismo com a injustiça não cede às interrogações geradas pelo abuso do tecnicismo e da empáfia. No mais claro português para contrastar com o palavreado erudito de suas excelências eu digo: Foda-se o argumento e viva o nosso sentimento!"
"Políticos e ministros... encontrem uma forma constitucional para fazer o país se aprumar, crescer e se desvencilhar desse imbróglio em que todos nós o metemos. Sim... não nos excluímos do pecado original, mas são vocês que têm o poder que lhes concedemos a título precário. Se nós mudamos, vocês também têm que mudar. Não há escolha. Não há outra saída." 
A Justiça Federal e o juiz Sérgio Moro; o Ministério Público e Deltan Dallagnol; a Polícia Federal e Leandro Daiello, todos têm o nosso TOTAL apoio e não o perderão. Entendam isso de uma vez por todas!

E lembrem-se da frase de Martin Luther King: "É nosso dever moral, e obrigação, desobedecer a uma lei injusta."

sexta-feira, 20 de maio de 2016

PT, PCdoB, PSOL E O ESPANTO DOS HIPÓCRITAS

Sou um dos que execrou certas escolhas de Temer, seja no ministério ou na liderança das duas casas do Congresso. Postei aqui algumas matérias sobre as capivaras desses políticos escolhidos. A política brasileira sempre foi nojenta no sentido de obter maioria a todo custo, seja aliciando por meio de cargos ou do dinheiro proveniente da corrupção. Esse câncer tem que ser extirpado da política e só existem três formas: Atuação do Ministério Público, celeridade e imparcialidade nos tribunais e consciência política dos eleitores. Não há outras.

No entanto, tentar implodir de vez o atual sistema político seria o caminho mais curto para uma guerra civil, mesmo considerando a histórica passividade e condescendência do eleitor brasileiro com a corrupção. Temer, que não é nenhum modelo de lisura, fez até agora o que conseguiu fazer dentro desse quadro econômico caótico em que o Brasil se encontra, mas não acredito que o tenha feito por grandeza espiritual ou retidão política e moral. Ele simplesmente não tinha escolha com 80% da população rejeitando o governo Dilma e 67% a favor do seu impeachment, além da Operação Lava Jato comendo solta e numa clara demonstração de que está longe de parar. Temer simplesmente confirmou a famosa frase do pensador político e escritor italiano Carlo Dossi: "O que é a honestidade senão o medo da prisão?"

Estranho mesmo não é o que Temer está fazendo e o modus operandi que está empregando. Não há nenhuma novidade, principalmente para os que sabem como funciona a política. Oras... Lula pediu a saída de Collor, espinafrava Maluf e meteu o dedo na cara do Sarney, ofendendo inclusive Roseana e toda a sua família nos palanques, três grandes exemplos do coronelismo e da corrupção que ele sempre combateu. Depois o vimos abraçando esses corruptos, aceitando-os no time do governo e pedindo seus apoios. Da mesma forma, PCdoB e PSOL, arautos da moralidade, uniram-se a essa trupe de bandidos e nunca abriram a boca pra dizer nada. Por que? Perguntem a eles!


Agora ficam aí criticando as escolhas obrigatórias e os acordos que Temer está fazendo para que o impeachment seja aprovado e o país retome seus rumos, como se tivessem moral pra isso depois de terem DESTRUÍDO o país inteiro, na maior obra de corrupção e incompetência que a história da humanidade já registrou.

Coerência é tudo nessa esquerda tupiniquim sul-americana, criticada até pelas próprias esquerdas tradicionais do mundo inteiro.

Ou não?

sábado, 7 de maio de 2016

O IMPEACHMENT É O FIM DO FORO DE SÃO PAULO



Em junho de 1988 foi realizada a 19ª Conferência do Partido Comunista da União Soviética. Naquela oportunidade debateram-se os caminhos da “PERESTROIKA” de Mikhail Gorbachev, e já se vislumbrava a eminente queda do Muro de Berlim, o que de fato aconteceu em 9/11/1989.

Com a queda do Muro e com o desmoronamento planejado do comunismo pela União Soviética, Fidel Castro e as esquerdas latino-americanas perderam seu tutor financeiro e ideológico, a Rússia. Era preciso, portanto, articular a criação de um organismo que pudesse manter viva a “chama ideológica marxista-leninista”, bem como orientar e coordenar as suas ações comunistas no Continente.

Antes, porém, em janeiro de 1989, em Havana, por ocasião da reunião de cúpula do Partido Comunista de Cuba e o PT do Brasil foi estabelecido que, se Lula não ganhasse as eleições em novembro de 1989, deveria ser formada uma organização para coordenar as ações de toda a esquerda continental e que a liderança e organização do processo caberia a Luiz Inácio “Lula” da Silva. Portanto, Fidel já sabia dos planos arquitetados na 19ª Conferência do Partido Comunista e preparava terreno no Continente.

Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro, com o apoio de Luis Inácio “Lula” da Silva, convocou os principais grupos terroristas revolucionários da América Latina para uma reunião na cidade de São Paulo. Acudiram ao chamado de Fidel e Lula, além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, o Exército de Libertação Nacional (ELN), as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua, a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG), a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador, e o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México.

Este é o eleitor brasileiro emulando a avestruz. E essa nefasta ação do eleitor avestruz não se restringe aos estratos menos informados da população. Haja vista que a maioria dos ricos e boa parte da classe média verdadeira, como mostram as pesquisas, concedem o seu apoio à Dilma ou Marina Silva, as duas candidatas do Foro de São Paulo.

O PRIMEIRO ENCONTRO

O primeiro Encontro aconteceu no Hotel Danúbio na cidade de São Paulo, no período de 1 a 4 de julho de 1990. O nome “FORO DE SÃO PAULO” foi adotado na segunda reunião realizada na cidade do México, no período de 12 a 15 de junho de 1991, quando reuniu 68 organizações de 22 países. E assim nasceu o FORO DE SÃO PAULO. Uma coalizão de terroristas revolucionários, partidos comunistas, partidos de esquerda, enfim, a escória do Continente latino-americano, Caribe e América Central.

Para dirigi-lo centralizadamente, foi criado um Estado Maior civil constituído por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, além do líder sandinista Daniel Ortega e o argentino Enrique Gorriarán Merlo.

Em 1991, foram elaborados os estatutos do Foro e escolhida uma direção que ficou composta pelo Partido Comunista Cubano (Cuba), Partido da Revolução Democrática (México), Partido dos Trabalhadores (Brasil), Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (El Salvador), Movimento Lavalas (Haiti), Movimento Bolívia Livre e os 6 partidos integrantes da Esquerda Unida (Peru) e da Frente Ampla (Uruguai, uma frente constituída por diversos partidos e organizações, dentro da qual o Movimento Tupamaros é hegemônico). Em 1992, a URNG – União Revolucionária Nacional Guatemalteca, que agrupa várias organizações voltadas para a luta armada, foi admitida como membro dessa direção.

A partir do II Encontro, realizado no México no período de 12 a 15 de junho de 1991, o FORO DE SÃO PAULO passou a ter CARÁTER CONSULTIVO e DELIBERATIVO dos Encontros. Isso significa que as decisões aprovadas em plenárias e constantes das Declarações finais passaram, a partir de então, a ser consideradas DELIBERATIVAS, isto é, DECISÓRIAS EM TERMOS DE ACEITAÇÃO e CUMPRIMENTO pelos membros do Foro, subordinando-os, portanto, aos ditames dos Encontros na ação a ser desenvolvida em nível internacional e nos respectivos países. Tais deliberações obedecem a uma política internacionalista, com vistas à implantação do socialismo no continente, fato que transfere para um segundo plano os interesses nacionais e fere os princípios da soberania e autodeterminação. A Lei Orgânica dos Partidos Políticos (LOPP) e a Constituição da República definem que “A ação do partido tem caráter nacional e é exercida de acordo com o seu estatuto e programa, sem subordinação a entidades ou governos estrangeiros” (artigo 17 da Constituição e item II, artigo 5º da LOPP). Isso no conceito dos dirigentes dos países membros do FORO DE SÃO PAULO é letra morta.

A DESCOBERTA DO FORO

O FORO DE SÃO PAULO foi descoberto por José Carlos Graça Wagner, um advogado paulista e que o denunciou publicamente em 1º de setembro de 1997, em painel realizado na Escola Superior de Guerra, que versava sobre o tema “Movimentos Sociais e Contestação Sócio-Política – a Questão Fundiária no Brasil”. Com a sua morte, passou a acompanhar e denunciar a formação “eixo do mal” pelo Foro de São Paulo, o jornalista, filósofo e ensaísta, Olavo de Carvalho, o que lhe custou o emprego no jornal “O Globo” e muitos outros periódicos nos quais era articulista.

Lula presidiu a reunião de fundação do Foro de São Paulo em 1990 e até hoje é seu chefe máximo, depois que o ditador Fidel Castro se transformou num morto-vivo pela velhice e a doença.

O FORO DE SÃO PAULO permaneceu no mais absoluto anonimato, eficientemente protegido pela mídia brasileira, toda ela engajada no esquerdismo marxista. O público brasileiro, mais atento, somente tomou conhecimento e muito discretamente, quase que imperceptivelmente, por ocasião do 7º Encontro realizado na cidade de Porto Alegre em julho de 1997. Foi apenas uma discreta aparição que a imprensa brasileira procurou ocultar por meio da suspensão de todo e qualquer destaque que pudesse levantar suspeitas do que se tratava esse encontro, apesar de presentes 158 delegados, 58 partidos procedentes de 20 países, 36 organizações fraternas e cerca de 400 representantes de partidos e organizações de esquerda do continente.

No dia 2 de julho de 2005, por ocasião do XII Encontro ocorrido em São Paulo, se comemorou os 15 anos de fundação da organização, com discurso laudatório do presidente do Brasil cujo trecho selecionado é reproduzido a seguir:

“Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política. Foi assim que surgiu a nossa convicção de que era preciso fazer com que a integração da América Latina deixasse de ser um discurso feito por todos aqueles que, em algum momento, se candidataram a alguma coisa, para se tornar uma política concreta e real de ação dos governantes. Foi assim que nós assistimos a evolução política no nosso continente.”

“E é por isso que eu, talvez mais do que muitos, valorize o Foro de São Paulo, porque tinha noção do que éramos antes, tinha noção do que foi a nossa primeira reunião e tenho noção do avanço que nós tivemos no nosso continente, sobretudo na nossa querida América do Sul.”

“Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, de 15 anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade, já se transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós poderemos continuar dando contribuição para outras forças políticas, em outros continentes, porque logo, logo, vamos ter que trazer os companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento, para que a gente possa transformar as nossas convicções de relações Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa coisa teórica.” (Discurso de comemoração dos 15 anos do Foro, julho de 2005).

Exército da Venezuela destruiu todas as caixas contendo os votos emitidos pela máquina de votação que permitiria uma auditoria na última eleição que elegeu o tiranete Nicolás Maduro. Para o esquema do Foro de São Paulo tanto faz se for urna eletrônica que emite comprovante do voto ou simplesmente voto em papel. De todo jeito a eleição pode ser fraudada como foi recentemente na Venezuela.

DITADURAS VIA ELEIÇÕES

A documentação acerca do FORO DE SÃO PAULO jamais teve ampla divulgação, tendo sido inicialmente publicado apenas na edição doméstica do GRANMA, órgão oficial do Partido Comunista Cubano. Na edição internacional nada transpirou. Mais tarde, passou a ter algum tipo de noticiário restrito em poucos jornais de alguns países e, até numa revista editada na Argentina chamada “América Libre”, quase de circulação interna, dirigida por Frei Betto.

O objetivo do Foro de São Paulo é implantar governos socialistas na América Latina, via eleições “democráticas”, que mais tarde serão convertidos em governos totalitários, a exemplo do modelo cubano em vigor, tudo sob a falsa retórica de “democracia”, tal como eles, os comunistas entendem. Os campos de atividade do Foro são a subversão política e social de todo o continente latino-americano. Veja-se o caso de Zelaya na embaixada brasileira em Honduras. Tudo sob a falsa retórica da “democracia”, repito. Trata-se, portanto, de uma organização que se mantém no anonimato para que seus projetos totalitários não sejam identificados antes que se complete o plano de dominação e implantação do pensamento hegemônico no Brasil e no continente Latino-americano. Para este desiderato o FORO DE SÃO PAULO conta com o apoio da ONU e da OEA.

Como vimos, participam do FORO DE SÃO PAULO partidos e organizações de esquerda, reformistas e revolucionárias; Partidos Comunistas que se definem como marxistas-leninistas; organizações e grupos trotskistas; Partidos Comunistas que continuam se definindo como marxistas-leninistas-maoístas (da Argentina, Peru e Uruguai) e que possuem uma articulação internacional própria em 17 países; Partidos Socialistas filiados ou não à Internacional Socialista; organizações que continuam desenvolvendo processos de luta armada, como as FARC e ELN, na Colômbia e organizações que participaram da luta armada e hoje atuam na legalidade, como o Movimento 19 de Abril, também da Colômbia e os Tupamaros, do Uruguai.

Esta é, portanto, a breve radiografia do FORO DE SÃO PAULO, uma organização que os brasileiros não conhecem e a maioria nem sabe que existe, e cujo objetivo maior é comprar a sua alma para vendê-la ao demônio.

Leia mais no Blog do Aluizio Amorim

quinta-feira, 5 de maio de 2016

O STF ESTÁ PRÓXIMO DE "CONVOCAR" UMA GUERRA CIVIL



Conforme a matéria-denúncia de Eliane Catanhêde (Estadão), está havendo uma conspiração de alguns ministros do Supremo, comandada por Marco Aurélio de Mello e Lewandowski na votação da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) da Rede de Sustentabilidade que está ocorrendo agora no STF. Tal votação poderá anular todos os atos de Eduardo Cunha, inclusive o da aprovação do encaminhamento do impeachment.

Não é de hoje que conhecemos as intenções de Ricardo Lewandowski e ultimamente as de Marco Aurélio Mello e Barroso, amigos confessos de Lula e da presidente Dilma. No mensalão, Lewandowski alegando amplo direito de defesa dos réus, tentou de todas as maneiras livrar a pele dos condenados políticos, conseguindo algumas vitórias como a de livrá-los do crime de formação de quadrilha, fazendo com que todos já estejam praticamente soltos.

Com a "manobra" da ADPF, Lewandowski e Marco Aurélio estão prestes a criar um imbróglio jurídico proposital que favorecerá a quem? Dilma e o PT, lógico!

Que os ministros se lembrem de que 80% da população brasileira é favorável ao impeachment e que qualquer tentativa de anulá-lo por meio de manobras jurídicas rasteiras poderá causar um impacto sem precedentes na história do país.

E sabe o que aconteceria, senhores ministros do STF? Uma guerra civil. E havendo uma guerra civil, em poucos dias seus poupudos salários e privilégios descerão pelo cano de esgoto mais próximo.

Como reza o velho ditado, a inteligência tem limites, mas a estupidez humana é infinita.

Qual delas vocês escolherão?

sábado, 2 de abril de 2016

STF: AS MÁSCARAS ESTÃO CAINDO, MAS A FICHA AINDA NÃO CAIU.

Antes do mensalão, o STF era uma espécie de olimpo dos deuses da justiça. Lembro-me muito bem de que a frase "o Supremo Tribunal Federal decidiu" gerava reações do povão, tipo "oh!", "nossa!", "puxa!", "voce viu?", além de outras manifestações de espanto. Mas isso mudou com a publicidade das reuniões do STF e com os vídeos gravados que ficam no Youtube. Hoje o povo pode refletir antes do "oh!", "nossa!", "puxa!", "voce viu?" compulsivos. Hoje o povo acompanha, discute e raciocina.

Sim... nós continuamos os mesmos mortais leigos do ofício do direito, mas em matéria de JUSTIÇA SENTIDA o povo ainda é senhor e nenhum discurso no "juridiquês arcaico" poderá eliminar esse sentimento. Afinal, as constituições e as leis foram originadas dessa JUSTIÇA SENTIDA, registrada desde os tempos da Grécia Antiga:
"Três coisas devem ser feitas por um juiz: ouvir atentamente, considerar sobriamente e decidir imparcialmente." (Sócrates)
"O justo é tranquilíssimo, o injusto é sempre muito solícito." (Epicuro)
"A base da sociedade é a justiça; o julgamento constitui a ordem da sociedade: ora o julgamento é a aplicação da justiça." (Aristóteles)
"Apenas o tempo revela o homem justo; basta um dia para pôr a nu um pérfido." (Sófocles)
"Quem critica a injustiça fá-lo não porque teme cometer ações injustas, mas porque teme sofrê-las." (Platão)
Reforça as frases desses filósofos gregos a reflexão contemporânea de Camilo Castelo Branco: "A lógica das multidões é [ou deve ser] a dos jurados."

A consciência de que vivemos numa democracia aliada ao acesso à informação e ao direito de livre expressão nos permitem criticar não só o supremo, mas também todos aqueles os quais pagamos seus vultuosos salários e privilégios, mordomias não acessíveis ao cidadão comum que molha sua camisa para ganhar o pão de cada dia e pagar impostos extorsivos. E se esses impostos já não retornam ao povo em forma de saúde, segurança, educação, investimentos e geração de empregos, privar o povo da verdadeira justiça nos tribunais é levá-lo ao limite máximo de sua tolerância.

Mas por mais incrível que possa parecer, já em pleno século XXI, a ficha ainda não caiu nos cérebros de suas excelências ministros e ministras do Supremo. Para eles ainda continuamos vagando na escuridão da nossa ignorância, irremediavelmente entregues aos seus desígnios, inertes e submissos às suas decisões, restando-nos apenas o direito de abaixarmos as nossas cabeças e nos resignarmos. Ledo engano!

Todos sabemos que os senhores ministros e senhoras ministras têm se reunido para decidir o destino do Brasil e só os desatentos não percebem as mudanças ocorridas em suas decisões, particularmente as de alguns ministros que antes eram assertivos, mas que hoje colocam panos quentes por acreditarem que têm a missão - como se tivéssemos lhes dado esse direito - de salvar-nos da nossa própria Constituição.

Até uma criança razoavelmente bem informada consegue ver a vaidade dos ministros transbordando-se em ira contra o juiz Sérgio Moro, tentando puxar para si a autoridade moral que desejariam ter. Não têm e nunca terão se continuarem nessa tentativa idiota de medir forças com ele e consequentemente com a maioria esmagadora da população brasileira. Medir quais forças? A força da justiça contra a do injustificável? Luta inglória!

Se muitos de vocês se admiraram com o movimento espontâneo das ruas a favor do impeachment, não fazem a mínima ideia do que acontecerá neste país se melarem a Operação Lava Jato ou a tirarem do MP, PF e de Sérgio Moro. Multipliquem por cem, por mil o número de indignados que sairão às ruas. Revolução francesa será fichinha.

Tentem...


sexta-feira, 1 de abril de 2016

MP, PF E MORO TÊM PLANO DIABÓLICO

O STF indignado com o juiz Sérgio Moro tenta desqualificá-lo e puxar os holofotes pra si, mas não sabe que o juiz federal junto com o Ministério Público e Polícia Federal têm um plano diabólico: TRABALHAR E CUMPRIR SUAS MISSÕES CONSTITUCIONAIS.

Mais uma operação hoje, a 27ª de nome Carbono 14. Estratégia genial essa de apenas cumprir a lei numa terra de bandidos, não?

Chegará o momento em que o TREM DO FORO ESPECIAL ficará lotado, cheio de políticos famosos de diversas legendas, parentes, amigos... será difícil acomodar todos.

O STF está em pânico. Descobriu só agora que não pode fazer nada contra o cumprimento da Constituição e das leis.

Plano diabólico.

quinta-feira, 31 de março de 2016

STF: Uma fogueira das vaidades tentando assar o Juiz Sérgio Moro

Quem assistiu a votação do STF hoje pode notar as dificuldades que teremos para eliminar do país o câncer da corrupção. O que presenciamos foi uma verdadeira fogueira das vaidades que já havia sido antecipada por vários ministros em suas declarações pessoais, incomodados de não serem o centro das atenções no julgamento da Operação Lava Jato. Foi uma espécie de desautorização e ameaças veladas às ações do juiz Sérgio Moro. Ouvimos várias vezes a palavra "alerta" ou sinônimos sendo mencionados pelos ministros. Algo como "dessa vez passa, mas da próxima..."

É lógico que passa. Já sabemos de tudo! Cada vez fico mais convicto de que Sérgio Moro fez o certo divulgando as gravações. Ele sabia que se elas ficassem sob segredo de justiça, a mesma fogueira das vaidades que tentou assá-lo hoje, no final assaria mesmo é uma grande pizza, como aconteceu no mensalão. E vocês me perguntarão: "mas o mensalão acabou em pizza?" E eu direi que sim... acabou sim! Digam-me quais os políticos que ainda se encontram presos? Digam-me se não foram os empresários que pegaram penas mais pesadas. Digam-me se o alerta do ministro Joaquim Barbosa de que se tratava de uma quadrilha não se evidencia agora? No entanto, os políticos do mensalão foram inocentados do crime de formação de quadrilha nos embargos. Justiça pela metade não é justiça!

No entanto, hoje isto não acontecerá com a mesma facilidade. As gravações podem até ficar sob sigilo e não serem usadas como provas - até apagadas -, mas a desfaçatez, o desprezo aos brasileiros naqueles diálogos já ficaram gravados em nossa memória. O povo já está pra lá de cansado e as únicas instituições que estão merecendo nosso voto de credibilidade - até que provem o contrário - são a Justiça Federal com Moro, o Ministério Público e a Polícia Federal. E em tempos de liberdade de expressão e pensamento, não há como querer decretar silêncio.

Aliás, por falar em "desgravar" ou "apagar", um fato interessante aconteceu recentemente com o ministro Barroso quando ministrava palestra para bolsistas da Fundação Lemann em um dos plenários do tribunal. Disse:
"Quando anteontem o jornal exibia que o PMDB desembarcou do governo e mostrava as pessoas que erguiam as mãos, eu olhei e disse: 'Meu Deus do céu! Essa é nossa alternativa de poder. Não vou fulanizar, mas quem viu a foto sabe do que estou falando"
"A audiência foi filmada e transmitida no sistema interno do STF. Antes dos comentários, o ministro frisou que estava falando em um "ambiente acadêmico" e depois perguntou se sua fala estava sendo gravada. Ao saber que sim, se queixou com auxiliares e pediu para "desgravar". (G1 - Link)

Sinto ter que concordar com Lula, mas ele tinha razão quando disse que o STF está acovardado. Vou usar apenas esse termo que ele usou porque o barbudo não foi punido por isso. Mas juro que minha vontade era de poder dizer muito mais... mas muito muito mais do que disse sobre eles neste texto.

Mas desta vez não haverá pizza. Não mesmo!

sábado, 19 de março de 2016

Ministro da justiça já começa falando asneiras


Eugênio Aragão começou mal. Até mesmo um ministro pau mandado precisa ter bom senso e um mínimo de sensibilidade para analisar a conjuntura política antes de falar besteira. O novo ministro demonstrou em suas declarações que ainda não entendeu o que está acontecendo no Brasil e nesse governo que ele já pega em estado terminal. Suas declarações pioraram o que já estava horrível, muito embora isto parecesse impossível.

Completamente fora da realidade, superestimando seu poder de ministro e dando uma banana para milhões de brasileiros inteirados dessa política nojenta e inescrupulosa, declarou:
"Cheirou vazamento de investigação por um agente nosso, a equipe será trocada, toda. Não preciso ter prova. A Polícia Federal está sob nossa supervisão"
Fim de festa, seu ministro... fim de festa. Game over... acabou... C'est Fini ou Zéfini como dizia Bertoldo Brecha na Escolinha do professor Raimundo. Esse seu papinho furado demonstra que está completamente por fora da gravidade da situação e de tudo o que está acontecendo no país. A Polícia Federal, o Ministério Público, a Polícia Federal e o STF são os que decidirão sobre o nosso futuro e não um "ministreco" que foi indicado por uma "presidenta incompetenta" para abafar verdades incontestáveis do governo mais corrupto desde o Homem de Neandertal.

Sua declaração foi o combustível que as instituições de credibilidade e o povo precisavam para aumentar sua determinação. Tente apagar as gravações que ouvimos da nossa memória. Tente.

Muito aqui entre nós:





quarta-feira, 16 de março de 2016

GRAVAÇÃO DA CONVERSA TELEFÔNICA DE DILMA E LULA





TELEFONEMA GRAVADO PELA LAVA JATO REVELA OBSTRUÇÃO DE DILMA

A Globonews acaba de divulgar diálogo interceptado pela Lava Jato entre Dilma e Lula que aponta obstrução à Justiça por parte da presidente com a nomeação do ex-presidente para a Casa Civil.

Na transcrição do diálogo, fica claro que Dilma envia um termo de posse para Lula apresentar caso fosse abordado por policiais.

Ela diz o seguinte: "Alô, Lula. Eu tô mandando o 'Bessias' junto com o papel pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá."



terça-feira, 24 de novembro de 2015

STF: Beco sem saída

A Operação Lava Jato avança, a despeito das manobras e pedaladas jurídicas do Supremo. Vamos supor que o STF esteja bem intencionado e que haja uma preocupação com o caos político-partidário no país, o que também resultaria num caos político-social com desdobramentos imprevisíveis e inimagináveis. Mas a pergunta é: há como evitar esse caos utilizando o bom senso jurídico? Não, não há. Mesmo que o STF esteja bem intencionado, não existirá modo suave para uma higienização político partidária no país considerando os níveis atingidos pela corrupção.

Não estamos falando de um deslize ou de um problema pontual que atinge determinados partidos. Pela própria postura da oposição (oposição?), nota-se que a corrupção é generalizada e não adianta colocar panos quentes. Já estamos naquele ponto onde se discute qual partido é menos corrupto ou que utilizou menos caixa dois, nome que se dá ao "desvio aceitável" para minimizar a podridão. Em resumo, de uma forma ou de outra, todos têm o rabo preso.

Segundo alguns jornais, Eduardo Cunha tem listas de gastos de deputados. "Cada deputado tem direito a até R$45 mil mensais livres de impostos para gastos com passagens, moradia, gasolina, aluguel de carros e de escritórios ou mesmo almoços e jantares. Já houve caso de cobrança de despesa com um regabofe em motel." (Elio Gaspari); Todos os partidos, de alguma forma ou de outra, receberam doações de empreiteiras envolvidas na Lava Jato, e por aí vai...

Não... não estou colocando todos num mesmo saco e existem exceções, mas não estamos tratando delas e sim da maioria, pois, somos governados por ela num regime (ainda) democrático. Vale no entanto ressaltar que esta minoria ainda não contaminada pode não estar acuada por ter rabo preso com a corrupção, mas por corporativismo ou medo.

Voltando então ao STF, tentar ir por caminhos mais suaves é tarefa hercúlea, senão impossível, além de que os ministros estão arriscando serem tratados como criminosos ou comparsas, pois, o povo não lê pensamentos nem interpreta intenções. Nem teria como... sua costumeira indolência está por um triz!

Como escreveu Victor Hugo: "Em tempo de revolução, cuidado com a primeira cabeça que rola. Ela abre o apetite ao povo."