Com os últimos acontecimentos no caso de João de Deus assistimos a um bombardeio de críticas sobre o caso e só temos a lamentar todas as histórias relatadas pelas mulheres que foram assediadas ou abusadas.
Confesso que esse é um assunto muito delicado como todos que envolvem religião e fé, mas sinto necessidade de escrever sobre o assunto e o faço sem o menor constrangimento.
Sou filho e neto de kardecistas, tendo praticamente nascido assistindo a reuniões em "mesas brancas" e convivendo com médiuns. Aos 17 anos senti forte impulso para ler e estudar esoterismo, chegando a devorar de 3 a 5 livros por semana sobre vários assuntos ligados ao tema. Numerologia, piramidologia, cromoterapia, radiestesia, entre outros. Li resumos comentados e debatidos do Velho e Novo testamentos, do Evangelho de Kardec, Baghava Gita, enfim, nem tenho como fazer um cálculo preciso do tanto que li.
Embora tivesse tendência à espiritualidade universal e esoterismo, casei-me numa igreja católica, meus filhos foram batizados, fizeram primeira comunhão e frequentei missas. Fui padrinho de casamento em templo evangélico e participei durante muitos anos de reuniões espíritas.
Aos 27 anos interessei-me pela Meditação Transcendental, fiz vários cursos residenciais, inclusive o de Sidhis. Interessei-me pela Projeciologia e Conscienciologia de Waldo Vieira, fiz todos os módulos, inclusive o avançado. Fiz dois módulos do Pró-Vida, Reiki I e II, participei da Ordem dos Filhos da Luz e aprendi um pouquinho sobre Ayurveda.
Por que estou contando tudo isto? Para poder dizer que conheci seres humanos maravilhosos em todos esses lugares por onde passei, mas que tive também experiências não muito gratificantes. É a vida como ela é, seja ela materialista ou espiritualista. Guardamos o que foi bom, revemos nossos erros (inclusive os de avaliação) e aprendemos a trabalhar frustrações, muitas vezes originadas de nossas próprias expectativas. E comigo não foi diferente. Embora eu hoje seja agnóstico, não desprezo nenhuma das experiências que tive, os fatos ainda inexplicáveis pela ciência os quais presenciei e os queridos amigos que conheci.
Aprendi a diferenciar Espiritismo de espíritas, Catolicismo de católicos, Meditação de meditantes, Evangelicalismo de evangélicos, Budismo de budistas, Conscienciologia de conscienciólogos e assim por diante. Religiões, doutrinas e filosofias não podem ser confundidas com seus humanos praticantes e aprendizes.
Eu não tenho religião, considero-me espiritualista, mas afirmo que nenhuma delas pode se aproveitar de casos como esse de João de Deus para jogar pedras umas nas outras. Basta ler jornais para encontrarmos casos semelhantes em todas elas. O que deve ser avaliada é a necessidade de existir uma religião para que o ser humano apenas ame e respeite o seu próximo por medo de ser punido pelo "Alto", por uma indecifrável força do desconhecido. As condutas de seus líderes e adeptos devem ser avaliadas, entendendo que eles devem responder por seus atos impensados como qualquer outro cidadão do mundo, independentemente do que representaram ou representam para suas religiões.
"Temer a Deus" é um termo muito utilizado por religiosos. Seja esse deus um velho barbudo sentado num trono ou uma energia criadora amorfa que permeia o Todo e o Tudo, certamente ele(a) tem coisas mais importantes pra fazer neste mundo que Ele criou do que ficar vigiando e punindo marmanjos aos quais concedeu o livre arbítrio.
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
quinta-feira, 26 de maio de 2016
CORPUS CHRISTI E AS HISTÓRIAS DE QUE O MUNDO (AINDA) PRECISA
As histórias ou estórias que a humanidade conta podem nos levar a refletir, independentemente de sermos religiosos, ateus ou agnósticos. Verdade, mentira, fundo de mentira, fundo de verdade... mas afinal, o que é a verdade?
Penso que verdade é tudo aquilo que toca o coração, que nos comove, que mexe com a gente. Ficção ou realidade, o que importa mesmo são as lições que extraímos dessas histórias e se as religiões se aproveitam da ausência dos avatares que as inspiraram apenas para conquistar poder e dinheiro, cabe a nós separar o joio do trigo sem, no entanto, desmerecê-los.
Se um Mahatma Gandhi não pertencesse ao período contemporâneo da história e tivesse vivido há 2 mil anos, certamente haveria uma bíblia sagrada contando a sua vida e reunindo adeptos fervorosos em grandes templos, coisa que ele nunca sonhou em pedir. Também não pediu que fosse criado o "Gandhismo".
Sobre Gandhi, Albert Einstein disse uma vez: "As gerações futuras não acreditarão que uma pessoa assim, de carne e osso, tenha passado por este mundo!”
A humanidade sempre precisou de exemplos divinos para exorcizar os demônios de sua ignorância, mesquinhez e do seu egoísmo; para amenizar seus remorsos. No entanto, os que desprezam a existência desses avatares que passaram por aqui apenas para não serem chamados de tolos pelos racionalistas, acabam contribuindo para que o mundo seja cada vez mais desumano e egoísta. Acreditar neles não significa adotar o inteiro teor das histórias que nos foram contadas. Combatê-los significa pulverizar os exemplos que nos deixaram.
As vidas de todos eles nos inspiram e nos remetem ao verdadeiro humanismo. Histórias ou estórias, devem ser lidas e entendidas com o coração.
O que o mundo está precisando mesmo é de amor.
De muito amor.
Penso que verdade é tudo aquilo que toca o coração, que nos comove, que mexe com a gente. Ficção ou realidade, o que importa mesmo são as lições que extraímos dessas histórias e se as religiões se aproveitam da ausência dos avatares que as inspiraram apenas para conquistar poder e dinheiro, cabe a nós separar o joio do trigo sem, no entanto, desmerecê-los.
Se um Mahatma Gandhi não pertencesse ao período contemporâneo da história e tivesse vivido há 2 mil anos, certamente haveria uma bíblia sagrada contando a sua vida e reunindo adeptos fervorosos em grandes templos, coisa que ele nunca sonhou em pedir. Também não pediu que fosse criado o "Gandhismo".
Sobre Gandhi, Albert Einstein disse uma vez: "As gerações futuras não acreditarão que uma pessoa assim, de carne e osso, tenha passado por este mundo!”
A humanidade sempre precisou de exemplos divinos para exorcizar os demônios de sua ignorância, mesquinhez e do seu egoísmo; para amenizar seus remorsos. No entanto, os que desprezam a existência desses avatares que passaram por aqui apenas para não serem chamados de tolos pelos racionalistas, acabam contribuindo para que o mundo seja cada vez mais desumano e egoísta. Acreditar neles não significa adotar o inteiro teor das histórias que nos foram contadas. Combatê-los significa pulverizar os exemplos que nos deixaram.
As vidas de todos eles nos inspiram e nos remetem ao verdadeiro humanismo. Histórias ou estórias, devem ser lidas e entendidas com o coração.
O que o mundo está precisando mesmo é de amor.
De muito amor.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Intolerância burra

É muito triste o que está acontecendo hoje no Brasil. Sempre nos declaramos um povo não preconceituoso, mas no fundo todos sabíamos que o preconceito existia, embora velado. Enquanto as minorias permaneciam silenciosas, os tolerantes hipócritas, continuavam falando mil maravilhas deles mesmos e o mundo inteiro acreditando nessa histórica hipocrisia brasileira. O país da miscigenação de povos e religiões era um exemplo para o resto da humanidade. No entanto, bastou que a liberdade de expressão se instalasse depois de tanto tempo de mordaça para que algumas dessas minorias começassem a reivindicar seus direitos e os hipócritas começassem a tirar suas máscaras.
E assim, o Brasil-exemplo começou a mostrar seu verdadeiro lado de Brasil-comum, com um comportamento exatamente igual à maioria humana do planeta Terra. Religião, cor, sexualidade, enfim, passamos a assumir as mesmas intolerâncias raciais que criticávamos na África do Sul; as mesmas religiosas que criticávamos entre católicos e protestantes na Irlanda e entre judeus e muçulmanos no Oriente Médio. E agora chegou a hora e a vez da opção sexual ser debatida pelo maior país cristão do mundo.
Costumo citar frases de grandes humanistas porque todos eles lutaram contra as classes dominantes, não como representantes de ideologias marxistas ou socialistas com aquelas palavras de ordem pasteurizadas, mas sim manifestando sua consciência com exemplos em suas próprias vidas. Gandhi aprendeu muito com o cristianismo, mas manteve-se fiel ao hinduísmo. Uma vez perguntaram-lhe se ele gostaria de ser cristão e ele respondeu: "Sem dúvida, eu seria cristão se eles o fossem vinte e quatro horas por dia."
Criou-se então agora no Brasil "cristão" a intolerância generalizada, muito mais hipócrita do que aquela que era velada. Começam a aparecer termos nunca vistos como heterofobia, o contraponto da homofobia, apenas para pagar o radicalismo com a mesma moeda. Líderes cristãos moralistas contradizem os preceitos de suas religiões, induzindo seus rebanhos a praticarem o ódio, agredindo seus "semelhantes" e contrapondo-se aos dogmas e as escrituras que as fundamentaram. Criaram o paradoxo do amor condicionado. Como disse o escritor irlandês Jonathan Swift: "Nós temos a religião suficiente para nos odiarmos, mas não a que baste para nos amarmos uns aos outros."
Que cada um seja o que deseja ser e não desafie aquele que não deseja ser o que ele é, contentando-se em ter esse direito reconhecido e não contestado. "Tolerância não significa aceitar o que se tolera", disse também o humanista Mahatma Gandhi. Se as minorias se contentassem apenas com o respeito e o reconhecimento de serem iguais como seres humanos não haveria problema algum. A questão é que, tanto as maiorias quanto as minorias, condicionam esse respeito e reconhecimento à conversão desses não semelhantes, forçando-os a seguir suas convicções.
Acho que o Brasil tem constituição e leis suficientes para proteger e assegurar os direitos das maiorias e minorias. O que precisamos mesmo é de união contra apenas uma minoria realmente privilegiada: A DOS POLÍTICOS. Precisamos nos unir contra essa roubalheira generalizada que se instalou no país. Não poderá haver justiça enquanto tivermos uma classe política vivendo em um Brasil completamente diferente do nosso, com sistemas especiais de saúde, segurança e educação pagos com o dinheiro das maiorias e minorias desiguais.
Enquanto ficamos com picuinhas, discutindo opção sexual, cores de peles, qual religião representa Deus na Terra e alimentando ódio uns contra os outros, a minoria política privilegiada aplaude e torce para que desviemos deles o foco das nossas atenções. Nosso Brasil está sendo depenado... quase que irreversivelmente depenado. Somos otários úteis para esses políticos maus-carácteres que estão aí, sugando o dinheiro dos nossos impostos e desviando verbas em causa própria, tendo as ideologias de seus partidos como panos de fundo para suas maracutaias.
Somos apenas otários-úteis, conquistados e ridicularizados discretamente no meio podre dessas facções políticas! Já está mais do que comprovado que políticos são corporativistas e quando a causa é própria, esquecem diferenças ideológicas e unem-se para aprovar seus privilégios.
E o pior é vermos esses eleitores fanáticos com bandeiras nas mãos, gritando palavras de ordem ultrapassadas e arrebanhando adeptos para causas que não são e jamais serão suas.
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domingo, 31 de março de 2013
A essência das festas religiosas
A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad” – significa “passagem”. Notem que normalmente as festas religiosas têm seu foco na MUDANÇA. Não da mudança de emprego, de novos amores ou de posturas morais. As mudanças que as escrituras sugerem são de olhares mais profundos sobre os reais valores da vida. Infelizmente, o hermetismo natural dessas mensagens (elaboradas em tempos de escrita extremamente limitada) representa um campo fértil para hipócritas e interesseiros, sem contar as interferências e limitações dos próprios autores dessas escrituras.
Nos "Manuscritos do Mar Morto", por exemplo, não há como negar a ligação de Jesus com os essênios (viveram entre 150 a.C e 70 d.C). Como rabi e judeu, seria natural que Jesus tivesse até participado de reuniões em mosteiros essênios, onde os hábitos coincidem com as suas pregações. Historiadores chegam a afirmar que essenismo e cristianismo são uma coisa só. Dizem que mais do que Belém e Jerusalém, o Qumran com seu mosteiro e seus manuscritos, é o berço da revelação cristã. Outro fato interessante sobre a vida dos essênios é que eles eram verdadeiros revolucionários. A Bíblia tenta disfarçar o lado humano de Jesus em muitas de suas passagens. O machismo da época, por exemplo - e que perdura nos dogmas até hoje -, omitiu a proximidade de Jesus com Madalena para esconder seu lado de ser humano. Não entendem que não há característica terrena que possa tirar a excepcionalidade de seus pensamentos e ações. Mas não pretendo discutir aqui esses detalhes que dariam para escrever outra Bíblia. Quem estiver interessado no assunto pode beber direto da fonte nos sites "The Dead Sea Scrolls", "Digital Dead Sea Scrolls". Veja também no Youtube:
Não é errado não conseguir sentir, assim como não é errado sentir o que se sente. Errado mesmo, é achar errado o que se sente. Nossos valores são constantemente reavaliados durante a vida e as mudanças ocorrem com o viver, principalmente com as esperanças, frustrações, ilusões e desilusões.
As religiões e suas festas religiosas são apenas parâmetros históricos que nos remetem às reflexões mais profundas sobre valores essenciais da vida em determinados dias do ano. As sementes são plantadas e cada uma fica ali, quietinha, em algum canto da nossa essência, até receber o fluído específico que a fará germinar. Os valores essenciais da vida nasceram com você e não a partir do momento que lhe disseram que existiam. São as inúmeras mudanças que ocorrem em nossas vidas. As passagens das trevas para as luzes.
Para religiosos, ateus ou agnósticos, não importa, termino com um texto de Antonio Lobo Antunes:
"Com o passar do tempo, há dois sentimentos que desaparecem: a vaidade e a inveja. A inveja é um sentimento horrível. Ninguém sofre tanto como um invejoso. E a vaidade faz-me pensar no milionário Howard Hughes. Quando ele morreu, os jornalistas perguntaram ao advogado: «Quanto é que ele deixou?» O advogado respondeu: «Deixou tudo.» Ninguém é mais pobre do que os mortos."
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Nos "Manuscritos do Mar Morto", por exemplo, não há como negar a ligação de Jesus com os essênios (viveram entre 150 a.C e 70 d.C). Como rabi e judeu, seria natural que Jesus tivesse até participado de reuniões em mosteiros essênios, onde os hábitos coincidem com as suas pregações. Historiadores chegam a afirmar que essenismo e cristianismo são uma coisa só. Dizem que mais do que Belém e Jerusalém, o Qumran com seu mosteiro e seus manuscritos, é o berço da revelação cristã. Outro fato interessante sobre a vida dos essênios é que eles eram verdadeiros revolucionários. A Bíblia tenta disfarçar o lado humano de Jesus em muitas de suas passagens. O machismo da época, por exemplo - e que perdura nos dogmas até hoje -, omitiu a proximidade de Jesus com Madalena para esconder seu lado de ser humano. Não entendem que não há característica terrena que possa tirar a excepcionalidade de seus pensamentos e ações. Mas não pretendo discutir aqui esses detalhes que dariam para escrever outra Bíblia. Quem estiver interessado no assunto pode beber direto da fonte nos sites "The Dead Sea Scrolls", "Digital Dead Sea Scrolls". Veja também no Youtube:
- Os Manuscritos do Mar Morto - Parte 01
- Os Manuscritos do Mar Morto - Parte 02
- Os Manuscritos do Mar Morto - Parte 03
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 01
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 02
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 03
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 04
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 05
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 06
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 07
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 08
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 09
- O Sepulcro Esquecido de Jesus - Parte 10
Minha intenção não é desqualificar o Novo Testamento ou quaisquer escrituras, mas tentar buscar a essência dos verdadeiros valores desses ensinamentos, valores estes que não podem ser apropriados por dogmas de nenhuma religião e muito menos por essas que existem apenas há dois mil anos. Afinal, o Budismo já transmitia esses valores espirituais de forma estruturada no século IV antes de Cristo. O problema está na interpretação e na forma de absorver os valores transmitidos.
Existe uma grande diferença entre exigir que você "seja assim" e de dizer que ao mudar naturalmente sua ordem de valores "se tornará assim". Exigir que você "não acumule bens" ou dizer que ao mudar naturalmente sua ordem de valores "não sentirá falta de alguns bens". O problema é que a religião induz seu seguidor a adotar comportamentos por temor a Deus, mesmo que se sinta desconfortável. E o resultado é a criação de "cascas" que apenas disfarçam seus verdadeiros valores. Mantém boa imagem na religião e na sociedade, mas guarda um imenso conflito consigo mesmo.
Não é errado não conseguir sentir, assim como não é errado sentir o que se sente. Errado mesmo, é achar errado o que se sente. Nossos valores são constantemente reavaliados durante a vida e as mudanças ocorrem com o viver, principalmente com as esperanças, frustrações, ilusões e desilusões.
As religiões e suas festas religiosas são apenas parâmetros históricos que nos remetem às reflexões mais profundas sobre valores essenciais da vida em determinados dias do ano. As sementes são plantadas e cada uma fica ali, quietinha, em algum canto da nossa essência, até receber o fluído específico que a fará germinar. Os valores essenciais da vida nasceram com você e não a partir do momento que lhe disseram que existiam. São as inúmeras mudanças que ocorrem em nossas vidas. As passagens das trevas para as luzes.
Para religiosos, ateus ou agnósticos, não importa, termino com um texto de Antonio Lobo Antunes:
"Com o passar do tempo, há dois sentimentos que desaparecem: a vaidade e a inveja. A inveja é um sentimento horrível. Ninguém sofre tanto como um invejoso. E a vaidade faz-me pensar no milionário Howard Hughes. Quando ele morreu, os jornalistas perguntaram ao advogado: «Quanto é que ele deixou?» O advogado respondeu: «Deixou tudo.» Ninguém é mais pobre do que os mortos."
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