quinta-feira, 14 de maio de 2015

FHC TEM RAZÃO, MAS NÃO TEM RAZÃO.

Falando com empresários em Nova York, FHC disse que os malfeitos vêm do governo Lula e ele tem razão. Lula teve sorte de pegar um Brasil com boas perspectivas de crescimento, sem inflação e relativamente saneado se considerarmos que o total dívida (interna mais a externa) estava perto de 700 bilhões e hoje já ultrapassou a casa dos 2,5 trilhões. Lula foi quem começou a jogar o país no abismo a partir de 2007, e só não começou antes porque as reservas ainda estavam boas e os bancos (incluindo o BNDES) e empresas estatais ainda tinham dinheiro nos cofres, graças à sangria do Tesouro com seus aportes bilionários.

Ele não teve razão foi de poupar Dilma, ao compará-la com Lula e dizendo que foi no governo dele quando tudo começou. A coitadinha herdou tudo de seu sucessor? Que nada! A presidentA incompetentA e mentirosa continuou a saga de Lula e teve competência apenas para mentir e empurrar os roubos do erário com a barriga pra ver no que ia dar e se dava pra segurar. Mostrou e continua mostrando total incapacidade administrativa e política para governar um país, sem contar o time que escolheu para ajudá-la a enterrar ainda mais as nossas esperanças.

Uma coisa que FHC não fala e nenhum político fala, seja do governo ou da oposição: o PMDB está há quase 30 anos mandando e desmandando escondido no sub-poder, fazendo suas negociatas e falcatruas dos porões do Planalto e do Congresso. O partido majoritário assinou e aprovou tudo o que lhe foi passado para ganhar seu dinheirinho sossegado e curtir as delícias da impunidade.

A oposição no Brasil é feita por nós. O resto é teatrinho de fantoches dessa confraria sustentada com o nosso dinheiro. Dinheiro dos idiotas que trabalham.

Nem "fora FHC", nem "fora Lula" e nem "fora Dilma". Fora dessa mobilização, senhores políticos! Oposição é povo nas ruas.

sábado, 9 de maio de 2015

EM 1992 COLLOR RENUNCIOU ANTES DO IMPEACHMENT


Com a declaração ontem do empreiteiro Ricardo Pessoa de que a UTC doou 7,5 milhões para a campanha de reeleição Dilma por temer (Temer?) prejuízos em seus negócios com a Petrobrás, começa a se desenrolar o mesmo roteiro para a situação da presidente e será difícil ela escapar dessa.

Pra quem não conhece o roteiro:

1. Pedro Collor, irmão do presidente, concedeu entrevista à revista VEJA, em maio de 1992, denunciando um esquema de lavagem de dinheiro no exterior comandado por Paulo César (PC) Farias, tesoureiro da campanha eleitoral de 1989. Fernando acusou o irmão de insanidade mental - desmentida por exames.

2. O Congresso Nacional criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias. Vieram à tona esquemas como a Operação Uruguai: empréstimos fraudulentos para financiar a campanha de 1989. Além disso, contas fantasma operadas por PC financiavam a reforma da Casa da Dinda, onde Collor morava.

3. As ligações do presidente com os golpes de PC ficaram evidentes. Um carro Fiat Elba para uso pessoal do presidente foi comprado com dinheiro vindo das contas fantasma do tesoureiro de campanha. Em agosto, o motorista Eriberto França contou à revista Istoé como levava contas de Collor para serem pagas por empresas de fachada de PC.

4. Em busca de apoio, o presidente fez um pronunciamento pedindo para que a população fosse às ruas, em 16 de agosto, vestida com as cores da bandeira nacional. O povo não atendeu e saiu vestido de preto, em protesto. Entre os manifestantes, destacaram-se grupos de estudantes batizados pela imprensa de "caras-pintadas".

5. Em 24 de agosto, um relatório da CPI atestou que US$ 6,5 milhões haviam sido transferidos irregularmente para financiar gastos do presidente. A insatisfação popular aumentou e, em 29 de setembro, o impeachment foi aprovado por 441 dos 509 deputados. Collor foi afastado e substituído por Itamar Franco, seu vice.

6. Collor foi, então, julgado pelo Senado Federal. Em 29 de dezembro, o presidente renunciou para tentar engavetar o processo e preservar seus direitos políticos. No entanto, por 76 votos a 3, os senadores condenaram o presidente, que não poderia concorrer em eleições pelos oito anos seguintes.

Fonte: Mundo Estranho http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-o-impeachment-de-collor

quinta-feira, 7 de maio de 2015

AJUSTE FISCAL: Justo ou injusto?


Não existe nada pontualmente justo ou injusto nessas medidas de ajuste fiscal que o ministro Joaquim Levy e o governo Dilma estão promovendo. Tudo é justo e ao mesmo tempo injusto. Se Aécio tivesse ganhado a coisa não estaria sendo diferente. Aliás, sob o ponto de vista de arrocho, provavelmente ele seria maior. O que o PSDB, DEM e partidos de oposição estão fazendo é chiar e fazer política por conta de serem oposição. Chiaram ontem com o pacote de medidas que, entre outras coisas, altera o seguro desemprego e chiarão nos próximos que passarem pelo Congresso. E se o PSDB fosse governo, o PT estaria chiando. Os ajustes precisam ser feitos, não tem jeito.

Os governos Lula e Dilma devem ser julgados pelo passado e não pelo presente. Por que sofreremos nos próximos anos?
1) Completa incapacidade de governar um país;
2) Irresponsabilidade e incompetência administrativa;
3) Ganância e desejo de se eternizar no poder;
4) Maioria no Congresso a qualquer custo;
5) Má índole;
6) Ladrões, mentirosos e maus carácteres: Lula, Dirceu e Cia;
7) Partidos de apoio corruptos e interesseiros;
8) Usam gente como ratos de laboratório de ideologias mortas;
9) Oposição quase inexistente e não muito diferente deles;
Calma... não se desesperem porque estamos apenas começando a sofrer consequências da nossa própria omissão. A lei da ação e falta de reação.

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