sábado, 11 de abril de 2015

INTERVENÇÃO MILITAR: O MOMENTO É DE INTELIGÊNCIA

Estamos (ainda) numa democracia e a grande prova de que um país é livre está na tolerância e na prática da liberdade de expressão. Não vou ficar dando conselhos ou lição de moral em ninguém e nem tenho o direito de fazer isso, mas quero apenas chamar atenção para uma coisa muito importante neste momento de manifestações que é a EFETIVIDADE DAS NOSSAS AÇÕES. Sou absolutamente contra a intervenção militar, mas não estou escrevendo para discutir argumentos favoráveis ou contrários e sim para chamar os militaristas às suas razões. Os que desejarem se aprofundar no tema, sugiro que leiam "IMPEACHMENT/RENÚNCIA: A senhora da foto abaixo está completamente enganada. NÃO EXISTE “intervenção militar constitucional”.

Independentemente de argumentos, uma coisa é certa: a grande e esmagadora maioria dos que estão contra esse governo de mentirinha ou de mentiras é contra a intervenção militar e não há como questionar essa realidade. É momento de mais pragmatismo e inteligência e menos ufanismo. Isso me lembra duas frases de Albert Einstein:

  • "Meu ideal político é a democracia, para que todo homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado"
  • "Nacionalismo é doença infantil; é o sarampo da humanidade."

O momento é de engrossar fileiras pelo bem comum. Não é momento de dividir, mas sim de somar. Aos militaristas peço que pensem na seguinte situação: milhões nas ruas e de repente aparece um grupo com uma faixa pedindo intervenção militar. A maioria que é contra se volta contra eles, discutem, brigam, agridem e se dividem. A imprensa fofografa, grava e isso se estampa nas manchetes. Quem perde e quem ganha? Ganha justamente aquele que deveria estar perdendo: O GOVERNO QUE ESTÁ AÍ.

Dia 12 é dia de ser mais inteligente e menos passional. Todos na rua pelo bem comum: a saída desse governo corrupto, mentiroso e incapaz.

O resto, discute-se depois.

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