domingo, 21 de outubro de 2012

A história do Brasil que as escolas não contam

Muitos perdem a oportunidade de construir suas próprias verdades por serem refratários à ideia de ampliarem suas fontes de informação. Não suportam ver balançar seus conceitos inflexíveis, mesmo que formados por fatos e verdades parciais.  Enfim, são pessoas que nunca deram chance para que o seu próprio juízo decida e que passarão a vida inteira lutando pelas verdades dos outros, sem questioná-las. O nome que damos a esse tipo de comportamento é FANATISMO.

Sobre o FANATISMO, dizia Voltaire: "O fanatismo é para a superstição o que o delírio é para a febre, o que é a raiva para a cólera. Aquele que tem êxtases, visões, que considera os sonhos como realidades e as imaginações como profecias é um entusiasta. (...) O mais detestável exemplo de fanatismo é aquele dos burgueses de Paris que correram a assassinar, degolar, atirar pelas janelas, despedaçar, na noite de São Bartolomeu, os seus concidadãos que não iam à missa. Há fanáticos de sangue frio: são os juízes que condenam à morte aqueles cujo único crime é não pensar como eles. Quando uma vez o fanatismo gangrenou um cérebro a doença é quase incurável."

Mas o fanatismo não se move sozinho e sem uma razão. Ele é parte de uma engrenagem muito bem "azeitada" por promessas nobres - mas de razões veladas - dos que desejam se manter no poder. Quanto mais impulsivas, impensantes e instintivas forem essas engrenagens, mais força darão para esse veículo tosco. Mas são os poderosos que o dirigem.

Caso queira sair de dentro dessa máquina de engrenagens impensantes, assista ao vídeo abaixo. Fala sobre a história política brasileira, dos anos de chumbo à anistia e da reparação seletiva que privilegia os amigos ideológicos do rei. Um pouco longo, mas vale a pena. Vale a pena abrir mais a cabeça e andar com seus próprios pés; pensar com a sua própria cabeça; construir suas próprias verdades.

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