quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Greves - mensagem subliminar

As greves estão pipocando em vários segmentos, mas as mais significativas são as que envolvem os setores públicos, como polícias Federal e Rodoviária, Professores universitários, Fiscais entre outras categorias de servidores. Essas greves em pleno governo do PT - principalmente - e aliados envolvem muito mais do que simples reivindicações de salários e benefícios. São impulsionadas pelo inconformismo reinante num país onde roubos e desvios do erário foram praticamente institucionalizados. Só está faltando a batida do martelo de absolvição do Supremo Tribunal Federal no caso do Mensalão para iniciar o processo formal de institucionalização baseada na jurisprudência criada pela Corte Maior do nosso Brasil servil.

O que pensam os trabalhadores diante disso? Sim... trabalhadores! Aqueles que têm horário para entrar e sair e ainda por cima pagam altos impostos que deveriam retornar em benefícios, mas que são desviados por quadrilhas de engravatados que fazem cara de paisagem quando são inquiridos, seja pelas falsas CPIs chapas-brancas ou pelos tribunais. E como a justiça não coloca esses ladrões atrás das grades por causa das brechas constitucionais e das manobras de seus milionários advogados pagos normalmente com dinheiro de fonte suspeita e desviado dos impostos, esses trabalhadores têm apenas a greve como instrumento de pressão. Pressão direta para melhorar seus vencimentos e indireta para forçar a moralização do país e dizerem: "NÓS ESTAMOS VENDO".

Em qualquer país um pouco mais sério, o povo - pelo menos o de Brasília e imediações - estaria lotando a frente do Supremo durante o julgamento do Mensalão. Os ministros dizem que a pressão popular não influencia suas decisões, mas isso é papo furado. Essa história de que não devem ser influenciados vale só para o povo, pois, os advogados milionários desses supostos ladrões não só podem como influenciam, por meio das falhas das nossas leis. Até os leigos sabem de antemão os votos de alguns dos ministros, "coincidentemente" daqueles que foram (ou são) próximos de Lula e Dirceu. Então, que raio de imparcialidade é essa?

Acompanhem os votos de Lewandowski e Toffoli e conhecerão toda a verdade sobre a imparcialidade de alguns ministros "amigos" dos réus.

Vamos pressionar sim! Isso é legítimo e necessário.


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